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O diretor da Fiep, Paulo Roberto Pupo, que coordena o Conselho Temático
de Negócios Internacionais, e o superintendente da entidade, João Arthur Mohr, reuniram-se nesta quarta-feira
(26), em Brasília, com gestores e técnicos de três ministérios. Nos encontros, eles discutiram
soluções para desafios logísticos enfrentados pela indústria em portos, além dos possíveis
impactos das novas taxações anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
A primeira agenda ocorreu no Ministério de Portos e Aeroportos, onde os representantes da Fiep apresentaram os problemas que vêm sendo enfrentados em terminais portuários do Paraná, Santa Catarina e São Paulo para a movimentação de cargas em contêineres. Tanto em processos de exportação quanto de importação, o setor produtivo tem sofrido com atrasos nos embarques, multas e entraves que comprometem sua competitividade.
Como resposta, foi estabelecida uma "sala de situação", na qual o ministério, a Fiep e outras entidades atuarão conjuntamente para encontrar soluções de curto prazo, enquanto medidas estruturantes, como ampliação de terminais e dragagem de aprofundamento, são planejadas. Entre outros integrantes do ministério, participaram da reunião a Secretária Executiva, Mariana Pescatori, o Diretor de Programa, Tetsu Koike, e o Secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes.
Relações Exteriores
Na sequência, Pupo e Mohr estiveram no Ministério das Relações
Exteriores (MRE), onde foram recebidos pelo embaixador Fernando Pimentel, diretor do Departamento de Política Comercial.
O principal tema discutido foi a preocupação com as novas taxações dos EUA sobre produtos brasileiros,
especialmente os de origem florestal.
Foram abordadas as medidas que o governo federal, por meio do Itamaraty e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), pode adotar para defender os interesses da indústria nacional e negociar com o governo norte-americano.
Desenvolvimento
O último encontro foi justamente no MDIC, com a secretária de Comércio
Exterior do ministério, Tatiana Lacerda Prazeres. Além de tratar novamente das taxações norte-americanas,
também foi abordada a questão da EUDR, regulamentação da União Europeia que entrará
em vigor em 1º de janeiro de 2026 e poderá impor restrições à entrada de produtos paranaenses
e brasileiros no mercado europeu. Como ainda há muitas indefinições sobre as exigências da norma,
a discussão girou em torno de como o governo federal e a indústria paranaense podem se adaptar para atender
às novas regras e evitar prejuízos nas exportações.
Com essas articulações, a Fiep busca garantir condições mais competitivas para o setor industrial do Paraná, reforçando a importância de uma atuação coordenada entre governo e setor produtivo para enfrentar os desafios logísticos e comerciais no cenário internacional.
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