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Sindivest apoia livre negociação salarial

Presidente do sindicato busca apoio para aprovação de emenda na Assembleia Legislativa, enquanto Fiep aponta não ser papel do governo interferir na relação entre empresas e empregados

clique para ampliar clique para ampliarLideranças defendem política de valorização salarial (Foto: Divulgação)

A presidente do Sindivest, Luciana Bechara, e empresários associados foram à Assembleia Legislativa pedir apoio à Emenda Supressiva 169/2012, de autoria do deputado estadual Elio Rusch. A emenda prevê a livre negociação do salário mínimo regional e não a fixação do reajuste para 2013.

A visita aconteceu no dia 24 de abril, mas o pedido não teve adesão de número mínimo de deputados para apoiar a emenda. "Fomos ouvidos e nos manifestamos em defesa das empresas pela livre negociação", conta Luciana.
A presidente aproveitou a oportunidade para agradecer os deputados que votaram favoravelmente, entre eles Élio Rusch (DEM), Douglas Fabricio (PPS), Fernando Scanavaca (PDT), Nelson Justus (DEM), Osmar Bertoldi (DEM), Plauto Miró Guimarães (DEM) e Stephanes Junior (PMDB).

Sem intervenção do Estado - A Fiep também demonstrou seu apoio à causa. Em artigo de opinião publicado pelo Jornal Gazeta do Povo, o presidente Edson Campagnolo defendeu que o Estado necessita de uma política de valorização salarial, contribuindo para uma melhor distribuição de renda e para o desenvolvimento econômico e social.

"No caso da política adotada no Paraná para definição do salário mínimo regional, há um equívoco. O projeto do governo do Estado, aprovado pela Assembleia Legislativa na semana passada, determina, de maneira antecipada, o índice (inflação mais 5,1%) que será aplicado no reajuste do piso estadual em 2013", afirma Campagnolo.

Para ele, a solução é promover um amplo debate entre empresários, trabalhadores, governo e representantes do Legislativo. "Acreditamos que não é papel do Estado interferir tão diretamente na relação entre empregadores e empregados. Na questão salarial, deve prevalecer a livre negociação", assinala o presidente da Fiep no artigo.


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